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Saiba mais sobre a vitamina K

A vitamina K foi descoberta em 1929. Representa um nutriente muito importante, já que atua na ativação de proteínas que agem na coagulação sanguínea e na fixação do cálcio no organismo. Devido a isso, a vitamina K é muito positiva para a saúde cardiovascular e dos ossos.


De acordo com um estudo do periódico Proceedings of National Academy of Sciences, a vitamina K contribui até mesmo para prolongar a vida de uma pessoa e a manter a saúde até as idades mais avançadas.

Como dito acima, a vitamina K exerce duas funções principais no corpo humano. Participar do processo de coagulação sanguínea, realizando a síntese de proteínas envolvidas nesse processo, e também contribuir para normalizar o depósito de cálcio no organismo, ajudando a fixar o mineral e a evitar a calcificação dos vasos sanguíneos, essa última atuação e importante para proteger o sistema cardiovascular em geral.


O Ministério da Saúde recomenda que o consumo de vitamina K seja de 65 mcg.

A vitamina K pode ser dividida em diferentes subgrupos.


. A vitamina K1, denominada filoquinona, é encontrada em vegetais verdes, tais como couve, brócolis, alface e aspargos.


. A vitamina K2, chamada menaquinona é produzida por bactérias saudáveis presentes no intestino, e também pode ser consumida através de alimentos de origem animal, assim como leite, fígado e produtos fermentados.


. A vitamina K3 representa uma versão sintética da vitamina K.


A deficiência de vitamina K acontece com pouca frequência. Nos casos em que isso ocorre, os primeiros sintomas são sangramentos e hemorragias. A vitamina K é absorvida pelo intestino, por isso, distúrbios que atinjam o sistema gastrointestinal podem ser prejudiciais ao armazenamento de vitamina K, sendo necessária a suplementação. A deficiência da vitamina também pode ocorrer em recém-nascidos. Para esse cenário, o Ministério da Saúde recomenda uma injeção instramuscular de vitamina K no bebê.


É muito importante que, havendo suspeita da deficiência de vitamina K, é preciso a confirmação com um profissional de saúde que possa confirmar o quadro. Afinal, realizar a suplementação sem indicação médica pode levar ao excesso da substância no corpo, o que, por sua vez, pode aumentar o risco de coágulos e trombose, de icterícia e até a perda de função hepática.


Fontes:

Viva Bem Uol

SciELO Brasil

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