Visão
Ser referência em prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças cardiovasculares no Brasil,
bem como na capacitação e formação de profissionais em saúde. |
Missão
Prestar serviço de saúde humanizado com profissionalismo, ética e competência dentro dos padrões
de gestão moderna com responsabilidade social e ambiental. |
Valores
São a base da cultura do Procordis orientando sua conduta e fundamentando a sua missão social. “Humanização, Profissionalismo, Ética, Transparência, Responsabilidade Social, Respeito e Confiança”. |
O HOSPITAL
Hospital de Cardiologia, com 42 anos de existência, exclusivamente privado, composto de 22 cardiologistas, com assistência cardiológica ambulatorial e por internação, de médio porte com 65 leitos (incluídos os de tratamento intensivo), cujo funcionamento se presta preferencialmente ao atendimento das urgências cardiovasculares.

O pronto atendimento cardiológico, sempre foi o principal objetivo da atenção médica.
Sua localização geográfica permite um acesso físico, considerando ainda a pouca dificuldade do trânsito, e a Sala de Emergência estrategicamente colocada na entrada do prédio, fazem com que a abordagem ao paciente agudo se torna rápida.
Naturalmente, por estas razões, as síndromes coronarianas agudas, sempre se constituíram no ponto básico da experiência clinica, inclusive foi a primeira instituição do Estado do Rio, a realizar a administração da estreptoquinase (SK) intracoronária no IAM, em 1982 (trabalho relatado no Congresso da SBHCI em Maceió pelo Dr. Salvador Borges Filho em 1982). Posteriormente em 1985 iniciou a fase da SK venosa, como rotina no tratamento do IAM.
No período de 1988 a 1997, se fez corretamente o registro de todos os casos de trombólise coronária.
Foi uma fase de substancial experiência profissional, alcançando 1000 casos consecutivos. A mortalidade global foi de 9.2% (excluídos os casos de choque cardiogênico e pacientes acima de 70 anos).
Esta fase do emprego do trombolitico no IAM, marcou uma forte experiência clinica, com resultados considerados favoráveis, cuja taxa de reperfusão foi de 65% dos casos, com um pequeno indice de complicações maiores.(Esta experiência constou do Trabalho apresentado pelo Dr. Luis Martins Romêo como Tese de Professor Titular da UFF em 1993).
A partir da implantação do Serviço de Cirurgia Cardíaca, em 1998, ficou exeqüível a realização da Angioplastia Coronária, com o devido suporte exigido, e então ocorreu uma radical decisão médica de se mudar a estratégia do tratamento do IAM, que se tornou exclusivamente por Angioplastia Coronária Primária (Intervenção Coronária Percutânea=ICP).
O número de angioplastias primárias, se encontra no momento acima de 400 casos, cujo sucesso angiográfico ultrapassa 90% dos casos.
Importante ressaltar que nos casos de ICP primária, não ocorreu qualquer complicação maior e/ou óbito durante o procedimento, sendo que a taxa de mortalidade hospitalar é de 3.9%(excluídos os casos de choque).
A confirmação dos benefícios da IPC primária sobre o tratamento trombolítico no IAM, no Procordis, foi demonstrado no trabalho apresentado pelo Dr. Heraldo Victer nos Congressos da Socerj/2000 e SBC/2000, com menor taxa de mortalidade, menor tempo de hospitalização, e extensão do atendimento do IAM a todos os pacientes sem limite de idade.
A vocação do Procordis sendo a emergência cardiovascular,a “dor torácica” passa a ser o principal objeto de trabalho, e o tempo decorrido entre a dor e o momento do atendimento, tem sido extremamente curto. Desta forma, isto pode ser considerado uma grande vantagem na conquista dos bons resultados que se vem observando nos casos de SCA
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